Turismo rural é uma boa opção para fugir de aglomeração na pandemia

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Passeios e refeições ao ar livre, cachoeiras, trilhas, animais e nada de aglomeração. Com esses atrativos, o turismo rural voltou a ganhar força em Brasília e nas cidades do Entorno. Desde 7 de Setembro, primeiro feriado com medidas de isolamento menos rígidas no Distrito Federal, os estabelecimentos do setor registram uma procura maior por hotéis fazendas, restaurantes e atividades ecoturísticas. Segundo o Sindicato do Turismo Rural e Ecológico do Distrito Federal (RuralTur), a ocupação dos leitos tem ficado entre 80% e 90% nos finais de semana.

O cenário é bem diferente do início da pandemia. Mesmo não sendo obrigados a fecharem as portas, muitos estabelecimentos decidiram suspender as visitas por precaução. Agora, com regras mais flexíveis e com o retorno gradual de outras atividades da economia, esse tipo de turismo deve se consolidar como tendência para atrair um novo perfil de turista.

“A expectativa é de que as pessoas passem a procurar por destinos mais curtos, de 50km a 300km, que possam ser realizados por famílias em carros particulares. Destinos rurais, conectados com a natureza, isso deve movimentar o turismo de agora em diante”, aposta Fernando Mesquita, presidente do RuralTur.
Foi justamente a possibilidade de viajar sem precisar pegar um avião que levou a jornalista Catarina Chaves, 21 anos, a se hospedar em Alto Paraíso (GO) e conhecer a Chapada dos Veadeiros no fim de outubro.