Turismo religioso: uma das maiores vítimas da pandemia

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O turismo religioso está entre as formas mais antigas de viagem planejada e até hoje continua a ser uma grande indústria.

Cerca de 300 a 330 milhões de turistas visitam os principais locais religiosos do mundo todos os anos, de acordo com uma estimativa de 2017. Cerca de 600 milhões de viagens religiosas nacionais e internacionais são feitas no mundo, gerando cerca de US$ 18 bilhões em receitas globais. É uma fatia considerável de um setor geral do turismo que foi significativamente afetado pela disseminação do coronavírus, com 63,8% dos viajantes reduzindo seus planos de viagem como resultado.

Conforme a covid-19 evoluiu para se tornar uma pandemia global, governos em todo o mundo fecharam locais sagrados e baniram temporariamente as viagens religiosas.

Afetou destinos populares de todas as religiões. Jerusalém, Cidade do Vaticano e Meca – que atraem milhões de visitantes judeus, cristãos e muçulmanos anualmente – estão entre as mais afetadas.

Da mesma forma, locais budistas como o Templo Lumbini do Nepal e o Templo Mahabodhi da Índia, bem como o templo hindu de Kashi Vishwanath, sofreram uma queda no número de visitantes.