Turismo até debaixo d’água

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A promoção do desenvolvimento econômico, com geração de emprego e renda, é a meta maior das políticas públicas para o turismo, no âmbito da Secretaria de Turismo do Estado da Bahia. Neste sentido, a dinamização de uma das vertentes desta atividade – o turismo náutico – ganha relevância em um estado que detém a segunda maior baía do mundo e a maior do Brasil.

Com as obras do Prodetur Nacional Bahia, a Baía de Todos-os-Santos (BTS) passa a contar com marinas, bases náuticas e atracadouros que fazem jus a sua importância histórica e como zona turística.

Os mais de 1.200 quilômetros quadrados desta reentrância marítima abrigam não só uma região rica em cultura, tradição e história. Ela é, em si, um atrativo, circundada por belezas naturais e propícia à prática de esportes aquáticos diversos – do velejamento ao mergulho, da canoagem a competições como a Transat Jacques Vabre, a Fórmula 1 dos mares.

Se há muito o que se ver sobre as águas, não é pouca a riqueza oculta sob elas. Há todo um patrimônio submerso, embarcações históricas que tiveram como destino final o fundo do mar e que hoje se oferecem à visita de mergulhadores interessados em penetrar em suas carcaças e desvendar um pouco os mistérios de seu passado.

Está aí a razão de todos os nossos esforços em enviar para o fundo das águas o aposentado ferry boat Agenor Gordilho, junto com o rebocador Vega. Ao fazê-lo, estamos fomentando o turismo de mergulho, atividade que, segundo a Associação de Mergulhadores da Bahia, forma mais de 6 mil profissionais por ano no Brasil e atrai anualmente mais de 350 praticantes à BTS – número que deverá aumentar 300% com estas novas opções para exploração submarina.