Segundo a ONU não existe um país que consiga assegurar direitos reprodutivos as mulheres

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O Fundo de População das Nações Unidas(Unfpa), na sigla em inglês).  divulgou conclusão no dia 17 de outubro que está em um relatório referente a situação da população mundial. Segundo a agência da ONU, a ausências possibilidades de escolha tem como consequência um impacto intensivo nas taxas de fecundidade, tornando as famílias geralmente maiores demais ou muito menores se comparada ao que a maioria das pessoas desejaria.

“Existe um descompasso entre número de filhos desejados e número de filhos tidos, seja no caso de famílias que têm mais filhos do que gostariam ou no caso das mulheres que têm menos filhos do que desejariam”, explicou a coordenadora do programa do Fundo de População da ONU, Taís de Freitas Santos.

No geral, o relatório classifica os países em quatro grandes grupos: os de fecundidade alta (principalmente na África Subsaariana), os de fecundidade estável (países do Oriente Médio e de algumas regiões da África), países em que a fecundidade declinou repentinamente nos últimos anos (especialmente as nações de renda média e em desenvolvimento) e países onde a fecundidade se mantém baixa há muitos anos, que inclui principalmente nações da Ásia, Europa e América do Norte.