Rússia aumenta tensão e amplia lista de indivíduos e empresas ucranianas sancionadas

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O primeiro-ministro russo, Dmitri Medvedev, ampliou na ultima terça-feira a lista de funcionários públicos, comandantes militares, deputados e empresas ucranianas vinculadas com o governo da Ucrânia sancionados em represália por ações “poucas amistosas” contra a Rússia.

Medvedev anunciou por rede social a assinatura de um decreto no qual ampliou “em mais de 200” o número de sancionados a fim de “defender os interesses do Estado, das empresas e dos cidadãos da Rússia”.

No dia 1º de novembro, o governo russo adotou sanções “econômicas” contra 322 ucranianos e 68 empresas em cumprimento de uma ordem do presidente Vladimir Putin. As sanções incluem o congelamento de contas e propriedades em território russo, além da proibição de realizar transações bancárias.

Essa lista inclui Alexei, filho mais velho do presidente da Ucrânia, Petro Poroshenko; os ministros ucranianos do Interior, Arsen Avakov, e de Defesa, Stepan Poltorak; e o secretário do Conselho de Segurança Nacional e de Defesa, Alexander Turchinov.

Além disso, congelava os ativos financeiros em território russo dos ex-primeiros-ministros Yulia Timoshenko e Arseniy Yatsenyuk, e do diretor executivo de Naftogaz, Andriy Kobolyev, entre outros.

Ao decretar a imposição de sanções à Ucrânia, Putin indicou que essas penalizações podem ser canceladas caso a Ucrânia suspenda as suas.