Principais suspeitos na invasão no sistema do TSE assumem autoria de 61 outros ataques

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Um grupo hacker de Portugal reivindicou ataques a 61 páginas com domínio brasileiro (“.br”), incluindo o sistema operacional do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em pleno processo de apuração dos votos do 1º turno das Eleições Municpais de 2020. São informações do Estadão.

Autointitulada CyberTeam, a equipe de hackers contaria com a participação de cibercriminosos portugueses e brasileiros. A manifestação foi feita por meio de um arquivo localizado em uma página na internet onde invasores assumem, de forma anônima ou não, a autoria de invasões cibernéticas.
Com ação fundamentada em viés ideológico, o CyberTeam se apresenta como ativista contra governos e que não visa lucrar com os ataques. O grupo seria supostamente liderado por um hacker conhecido na comunidade como Zambrius. Ele, contudo, negou ter contado com a participação de terceiros nas invasões.

Entre as vítimas dos invasores virtuais estaria o TSE. Antes, Ministério da Saúde, Superior Tribunal de Justiça (STJ), órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF) e vários outros portais de órgãos públicos sofreram com as investidas criminosas.

Segundo investigação da Polícia Federal, o ataque ao Tribunal Superior Eleitoral roubou não só dados antigos, com informações pessoais sobre servidores, ex-ministros e questões administrativas, como também conteúdos atuais, já do ano de 2020, provavelmente antes do dia 1º de setembro.