Para eliminar comércio ilícito de tabaco, Brasil assina declaração

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Documento prevê estabelecimento de mecanismos de rastreamento dos produtos de tabaco e o fortalecimento de medidas de cooperação

Foi assinado na sexta-feira, 15, durante a 42ª Reunião Ordinária de Ministros de Saúde do Mercosul, pelo ministro da Saúde, Gilberto Occhi, a declaração que ratifica a eliminação do Comércio Ilegal de Produtos de Tabaco. Além do Brasil, a Argentina, Uruguai, Chile e o Paraguai, também, assinaram o documento que declara a necessidade do acordo para todos os países que compõem o bloco.

O protocolo foi feito a partir da Convenção-Quadro para Controle do Tabaco (CQTQ), da Organização Mundial da Saúde (OMS), e que no mês passado contava com 35 países assinantes.

Para o ministro Occhi, “O combate ao contrabando é uma importante iniciativa para avançarmos ainda mais na queda do uso de tabaco. O Brasil firmou seu compromisso junto às Nações Unidas e reforça essa decisão junto aos países do Mercosul”.

O documento tem como objetivo tornar a cadeia de oferta de produtos de tabaco segura, e ainda prevê, por exemplo, que se estabeleçam mecanismos de rastreamento dos produtos, de forma que sejam controlados desde a fábrica até os pontos de venda.

O tabagismo é uma das principais causas de morbimortalidade prevenivel nos países da região, envolvendo uma alta carga de doença, morte e gasto sanitário com particular impacto nos setores sociais.