Investigação de corrupção no Fundo Manaus Solidário segue normalmente, diz MPF

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Visando garantir o andamento normal das investigações que apuram um suposto esquema de corrupção e lavagem de dinheiro no Fundo Manaus Solidário, no estado do Amazonas, o Ministério Público Federal (MPF) requer a reconsideração de decisão proferida durante o plantão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que deferiu liminar em habeas corpus, vedando a decretação de novas medidas cautelares em face de Elisabeth Valeiko do Carmo Ribeiro, ex-presidente do Fundo, e do ex-Prefeito de Manaus Arthur Virgílio.

Para a subprocuradora-geral da República Lindôra Araújo, “o caso envolve uma gravíssima situação de crimes contra a administração pública e de lavagem de capitais praticados por Elisabeth Valeiko do Carmo Ribeiro (autora do HC), Paola Valeiko Molina e Igor Gomes Ferreira”. A subprocuradora-geral sustenta que se trata de uma “robusta investigação” e que a apuração completa dos fatos depende da colheita de elementos de provas complementares, especialmente os obtidos por meio da decretação de medidas cautelares como a de busca e apreensão.

Íntegra do pedido de reconsideração no HC 637772