Nesta quinta-feira (20), o Parlamento de Hungria aprovou uma Lei
que introduz o imposto de 25% sobre a receita das Organizações
não Governamentais (ONGs) que apoiam a imigração e outra que
limita o direito de reunião.
Do outro lado, foram aprovados pela maioria dos dois terços do
Partido Fidesz do primeiro-ministro Viktor Orban, nacionalista e

conservador, as duas leis, que devem entrar em vigor no próximo
outono (hemisfério norte)
O texto da primeira determina que apoio à imigração é toda
atividade que apresenta a imigração como algo positivo, que cria
redes a favor da mesma ou que participa de campanhas sociais ou
midiáticas a favor da imigração.
Apessar disso, a lei não especifica que aspetos da ajuda que as
ONGs prestam a refugiados e imigrantes serão considerados como
apoio à imigração, ou se um mero comunicado de imprensa de uma
campanha midiática, a favor dos imigrantes.