Explosões de ‘anãs negras’ em supernovas podem marcar o fim do universo

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O “derradeiro destino do universo”, como é chamado o fim do nosso cosmos, é um tema da cosmologia física, e existem muitas hipóteses sobre como e quando isso vai acontecer. Embora seja algo que deve demorar alguns bilhões – ou trilhões – de anos, é altamente provável que o fim aconteça, e as respostas vão depender da quantidade de energia existente no universo. Mas pode ser que tudo acabe lentamente, de acordo com o físico teórico Matt Caplan.

Segundo ele, a maioria das estrelas desaparecerá lentamente à medida que suas temperaturas chegarem a zero. “Será um lugar um pouco triste, solitário e frio”, disse o físico, acrescentando que não haverá ninguém para testemunhar o fim da existência do cosmos.

A maioria cogita que tudo ficará escuro quando o universo chegar ao fim, e que o universo estará repleto de buracos negros e estrelas atingindo o fim de seus ciclos de fusão nuclear. No entanto, Caplan imaginou algo diferente após calcular como algumas dessas estrelas mortas podem mudar ao longo das eras. Seu novo trabalho aponta que muitas anãs brancas ainda poderão explodir em supernovas em um futuro distante, muito depois de tudo o mais no universo ter morrido.