Ex-funcionários da Ford são condenados por crimes contra humanidade

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Um antigo funcionário da Ford Argentina e um general cometeram crimes contra a humanidade ao longo do período da ditadura na Argentina entre os anos de 1976 e 1983, após o golpe militar em confronto com Isabel Perón.

Hector Francisco Sibilla, de 91 anos, foi condenado a 12 anos de prisão  e Pedro Müller, de 86, a 10 anos, por cumplicidade no sequestro e tortura de 24 funcionários sindicalistas participantes da  Ford Argentina.

Diante do Juiz, Pedro Müller contou ter trabalhado de “forma apolítica” onde assegurou estar “consciência tranquila” pois não participou do ato acusado pela justiça.

Müller, ao sair do tribunal se recusou a falar sobre o assunto. Já Hector Sibilla sofreu perseguição de ativistas.