Espanha quer proibir prostituição no país

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foto da internet

Existem ao menos três bordéis para cada hospital público na Espanha. É um dos países com maior número de  clientes de prostituição do mundo, diante disso o Governo quer realizar a regulamentação do tráfico de pessoas e a exploração sexual implantando uma nova lei que tem como objetivo dar proteção as vítimas. O modelo abolicionista da Suécia, serve de inspiração, responsável por perseguidor os clientes. Tudo isso faz com que eles se orgulham por ter reduzido à metade a prostituição nas ruas.

O Ministério do Interior da Espanha “contabilizou” o número de pessoas que realiza o serviço, foram calculadas cerca de 14.000 prostitutas no país em 2017, todavia acredita-se que sejam o triplo do que foi estimulado de antemão. De acordo com outras fontes, seriam aproximadamente 100.000. Em calculo realizado pela polícia, 80% delas são vítimas forçadas, mas não existe nada que comprove oficialmente. Lucía, uma das diversas vítimas, foi aliciada pela própria família.

“Nunca encontrei uma mulher que quisesse fazer isso”, diz Lucía (nome fictício) baixinho, contando que foi obrigada a se prostituir por sua irmã mais velha.

Lúcia acabou num apartamento da Associação para a Prevenção, Reinserção e Atenção da Mulher Prostituída (APRAMP), ONG espanhola. Atualmente ela realiza visitas aos apartamentos clandestinos que estão fora de áreas que podem ser identificadas por radares policiais. A mulher também visita ruas como a Ballesta, localizada no centro de Madri, lugar que vivem tantas diversas vítimas endividadas que buscam desde o amanhecer clientes.

O presidente do Governo, Pedro Sánchez, informou que a Espanha possuirá uma lei em combate ao tráfico de pessoas e a exploração sexual. O PSOE quer concretizar a punição “a demanda e a compra de prostituição”, como na Suécia.