Empresa cria bateria movida a lixo nuclear

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startup Nano Diamond Battery (NDB), sediada nos Estados Unidos, anunciou, nessa semana, ter atingido progressos consideráveis em pesquisas relacionadas a uma nova solução energética: uma bateria movida a resíduos nucleares. Em comunicado, a companhia afirma que testes conduzidos no Lawrence Livermore National Laboratory e na Universidade de Cambridge mostraram que o dispositivo já é capaz de gerenciar uma carga de 40%.

Caso a tecnologia seja consolidada, é esperado que os equipamentos criados durem de uma década a 28 mil anos, algo extraordinário que poderia revolucionar desde meios de transporte até dispositivos eletrônicos. Detalhes das operações foram fornecidos pela empresa ao site New Atlas, nos quais alega que as chamadas baterias nano-diamond gerariam menos radiação ao corpo humano que componentes tradicionais e seriam seguras em acidentes com automóveis, custando menos que as de íon-lítio.

Ainda segundo a NDB, a novidade poderia ser produzida em qualquer formato, incluindo o de pilhas AA clássicas. O conceito inicial já estaria finalizado e um protótipo comercial deve ser desenvolvido assim que seus laboratórios retomarem as atividades normais após o fechamento ocorrido pela pandemia da covid-19.