Devem existir áreas limitadas para evitar ‘selfies mortais’, dizem pesquisadores

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Segundo pesquisadores do Instituto de Ciências Médicas de Nova Déli, na Índia, 259 pessoas morreram em todo o mundo entre os anos de 2011 e 2017 ao tentarem tirar uma selfie em lugares não recomendados.

Os cientistas, visando evitar a morte dessas pessoas, lançaram uma proposta bem simples: criar “áreas livres de selfies” onde esses autorretratos podem ser então proibidas fazendo com que vítimas sejam evitadas.

A pesquisa mostrou certo crescimento no número “selfies mortais” a partir de 2014 e relacionaram esse aumento à popularização ainda maior dos smartphones nos últimos quatro anos. De acordo com os pesquis

mais ocorrentes envolvem afogamento, queda em fosso de elevador, atropelamento e fogo. No pódio de cidades onde ocorrerem os maiores números de ‘selfies mortais’ a Índia, país dos pesquisadores, fica em primeiro lugar sendo seguidas da Rússia e Estados Unidos.