Crânio de Luzia , mulher mais antiga do Brasil é achado em escombro

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O trágico acidente no museu nacional não foi capaz de destruir o restos da mulher mais antiga do Brasil e das Américas, que já percorreu cerca de 12.000 anos de História. O crânio de Luzia, fóssil da mulher mais antiga encontrado no continente americano conseguiu resistir ao fogo que destruiu o Museu Nacional no dia 2 de setembro de 2018, e foi resgatada recentemente por uma equipe de especialistas da instituição.

“Nós retiramos 100% do material, mas sempre existe alguma transformação. Hoje conseguimos dizer 80% desse material foi possível identificar de imediato”, contou Rodrigues-Carvalho por telefone. O restante ainda está passando por um processo de limpeza e estabilização. Devido ao intenso calor, a cola que mantinha o crânio unido derreteu, deixando-o despedaçado e danificado. “Sempre tem algum tipo de perda, mas acredito que chegaremos a recuperar quase 100%”, acrescentou.

Os pedaços da mulher mais antiga das américas  foram mostrado na última sexta-feira (19) durante coletiva de imprensa realizada no Rio. Rodrigues-Carvalho também disse que o crânio se encontrava em uma caixa de metal dentro de um armário “em uma posição que era já planejada para qualquer situação de sinistro”.