Com venda de refinarias, pressão para Petrobras controlar combustível pode ser menor

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Fim do monopólio do refino, que está em curso, não garante preços mais baixos, mas coloca outras empresas no mercado e isso pode ajudar a dividir pressão popular sobre estatal

Ao dividir a responsabilidade do refino de combustíveis no Brasil com outros players e abrir mão de seu monopólio de 98% sobre o setor, a Petrobras poderia sofrer menos com pressões políticas e populares quando precisar aumentar preços dos combustíveis.

Os últimos aumentos levaram o presidente da República Jair Bolsonaro a demitir o presidente da empresa Roberto Castello Branco após diversas críticas, mas a troca do executivo pelo general Joaquim Silva e Luna, presidente da Itaipu Binacional, ainda precisa ser confirmada pelo conselho de Administração da empresa e promete dar o que falar.