Cães “de alerta” ajudam a cuidar de pessoas diabéticas; entenda

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Hoje em dia têm surgido outros papéis importantes terapêuticos para esses queridos bichinhos, e não à toa eles são popularmente chamados de “melhores amigos” dos seres humanos. Alguns animais podem ser adequadamente treinados e são conhecidos como “cães de alerta”. Esses animais ganharam muito interesse e podem ser utilizados em outras patologias, atuando como colaboradores na monitorização de pacientes com alguma descompensação de algumas doenças. Tem havido um número crescente de estudos, por exemplo, do uso de “cães-alerta para diabéticos”. Parece que, aliado ao olfato apurado dos cães, quando muito bem treinados eles aprendem a farejar odores específicos exalados pelos pacientes quando a glicemia oscila no sangue dos diabéticos.

Há uma variedade de tecnologias disponíveis atualmente para ajudar os pacientes monitorizarem as variações da glicemia ao longo do dia, mas uma potencialmente valiosa que vem sendo estudada é a intervenção usando o cão de alerta da glicemia. Em pesquisas anteriores de estudos de caso sugeriram que alguns cães de estimação respondiam naturalmente ao estado hiperglicêmico de seus donos e, com base nisso, instituições de caridade começaram a treinar cães para conviver com pessoas com DM1.

Semelhantes a cães treinados para detectar o contrabando, esses cães são condicionados a responder com comportamentos de alerta específicos quando o açúcar no sangue de seus tutores fica fora de uma faixa-alvo. Isso leva o paciente a testar seu nível de glicose no sangue e tomar ação (por exemplo, administração de insulina se glicemia elevada ou alimentação se glicemia baixa) para manter os níveis de glicose apropriados. Enquanto algumas organizações treinam todos os cães para um intervalo genérico, outras treinam cães individuais para melhor atender às necessidades específicas de cada cliente.