BOMBA: deputado e delegado Péricles diz que na polícia tem traficantes e assassinos sem punição

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O deputado estadual Delegado Péricles (PSL) denominou como ´bando de aloprados´ um grupo que tem comandado a segurança pública no Governo do Estado. Segundo ele, o grupo está perseguindo o tenente-coronel Rosses e a ele.

De acordo com o parlamentar, que utilizou a Tribuna na terça-feira (25), para fazer a denúncia, pessoas dentro da corporação de polícia instauraram um Conselho de Justificação para expulsar o oficial da reserva sob o motivo de críticas públicas ao atual governador do estado.

“O que existe no Governo hoje é um bando de aloprados, que afunda cada vez mais essa gestão. O que tem acontecido agora é estarrecedor. Eu encaro como perseguição, não só ao meu irmão, mas a mim. O Comandante Geral instaurou um conselho para expulsar o tenente da corporação. Há quem hoje cometa crimes gravíssimos, como homicídio e tráfico de drogas, que deveria, mas nunca passou por esse tipo de punição”, protestou o parlamentar.

De acordo com Delegado Péricles, a publicação do Boletim Reservado da Polícia Militar aponta como suficiente para a expulsão do militar, publicações com críticas indevidas contra o governador e o comando da corporação. “O mais assustador é que esse crime, previsto no Código Penal Militar, fere de morte a liberdade de expressão prevista na nossa Constituição. O crime de abuso de autoridade que o atual comandante está cometendo é pior do que ele tenta imputar ao coronel Rosses. Imagina se todos que hoje criticam o governador, com 82% de rejeição, receberem esse tipo de sanção, toda a população do Amazonas terá de ser presa, demitida, expulsa”, continuou.

Para Péricles, o ´bando de aloprados´ tem tornado ainda pior a situação da atual gestão devido seus desmandos, atos absurdos e total ausência de gestão técnica, que só favorece a perpetuação da corrupção. “É mais uma situação bizarra na gestão do estado, que tem apresentado muita corrupção, seja na segurança, na educação, ou na saúde, como temos apresentado na CPI da Saúde”, concluiu.