Advogada é acusada de extorquir sítio de idosa em Manaquiri-AM

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A advogada Camila Cordeiro Batista foi presa na última quinta-feira () por expulsar ilegalmente uma moradora da comunidade Nossa Senhora Aparecida, Lago do Januacá, em Manaquiri.

Segundo o Ministério Público, no último dia 25, por volta das 10h, Camila e mais quatro pessoas abordaram a moradora, apresentaram à vítima um “Mandado de Intimação para Desocupação e Reintegração de Posse” falsificado e deram um ultimato à idosa: que ela deixasse o local dentro de duas horas.
A advogada enganou a mulher dizendo que os demais membros do seu bando eram um oficial de Justiça e policiais civis, que a expulsariam caso ela não saísse voluntariamente do imóvel.
A mulher saiu, mas a filha dela registrou imagens da reintegração forjada pelo grupo, que estava armado e fazia ameaças à vítima.
A vítima então procurou a polícia, que averiguou os fatos junto ao Fórum de Justiça de Manaquiri e constatou a fraude.

Na casa, ilegalmente ocupada, o grupo se recusou a colaborar com a equipe policial, desautorizando a realização de busca e apreensão no local, o que levou o delegado a instaurar inquérito.

“Assim que o Ministério Público tomou conhecimento do caso, imediatamente, requeri a prisão preventiva dos cinco envolvidos, mais busca e apreensão dos aparelhos telefônicos, a fim de verificar a existência de provas constantes nos aparelhos que indicassem se aquela prática era recorrente ou era a primeira vez que aquela quadrilha agia”, informou a promotora de Justiça Karla Cristina da Silva Sousa, que pediu a prisão do grupo.
A advogada Camila Cordeiro Batista foi presa na última quinta-feira por expulsar ilegalmente uma moradora da comunidade Nossa Senhora Aparecida, Lago do Januacá, em Manaquiri.

Conforme o Ministério Público, no último dia 25, por volta das 10h, Camila e mais quatro pessoas abordaram a moradora, apresentaram à vítima um “Mandado de Intimação para Desocupação e Reintegração de Posse” falsificado e deram um ultimato à idosa: que ela deixasse o local dentro de duas horas.
A advogada enganou a mulher dizendo que os demais membros do seu bando eram um oficial de Justiça e policiais civis, que a expulsariam caso ela não saísse voluntariamente do imóvel.
A mulher saiu, mas a filha dela registrou imagens da reintegração forjada pelo grupo, que estava armado e fazia ameaças à vítima.
A vítima então procurou a polícia, que averiguou os fatos junto ao Fórum de Justiça de Manaquiri e constatou a fraude.

Na casa, ilegalmente ocupada, o grupo se recusou a colaborar com a equipe policial, desautorizando a realização de busca e apreensão no local, o que levou o delegado a instaurar inquérito.

“Assim que o Ministério Público tomou conhecimento do caso, imediatamente, requeri a prisão preventiva dos cinco envolvidos, mais busca e apreensão dos aparelhos telefônicos, a fim de verificar a existência de provas constantes nos aparelhos que indicassem se aquela prática era recorrente ou era a primeira vez que aquela quadrilha agia”, informou a promotora de Justiça Karla Cristina da Silva Sousa, que pediu a prisão do grupo.
*Com informação do Portal A Critica